Banco Do Nordeste Do Brasil S.a. · BMFBOVESPA:BNBR3

Banco Do Nordeste Do Brasil — Technical Presentation (2012)

90 slides from Banco Do Nordeste Do Brasil's technical presentation, 2012

  1. Slide 1: Sistema de Contas Nacionais: O que é? O que mede e como?

    Diretoria de Pesquisas SISTEMA DE CONTAS NACIONAIS O que é? O que mede e como? Roberto Luís Olinto Ramos [email protected] Coordenador Coordenação de Contas Nacionais

  2. Slide 2: Oferta = Demanda

    SS/IBGE OFERTAS DEMANDA

  3. Slide 3: PIB = C+G+I+X-M

    PIB = C+G+I+X-M

  4. Slide 4: Questões: O que se está medindo? Para que?

    Questões: O que se está medindo? Para que? Quais as limitações teóricas? Quais as limitações práticas?

  5. Slide 5: O PIB é ?

    O PIB é ?: Uma medida de bem estar Uma medida de renda a riqueza gerada no ano Medida de progresso socioeconômica “tosco indicador” “Para financiar a guerra” A produção do ano de bens e serviços

  6. Slide 6: PIB - Produto Interno Bruto

    PIB - Produto Interno Bruto => PIB representa em um único número, sem dupla contagem, toda a produção das empresas, instituições sem fins de lucro, governo e famílias no território econômico em um ano/trimestre Riqueza é o estoque dos ativos enquanto PIB é o fluxo de produção

  7. Slide 7: PIB - a variável com mais glamour

    PIB - a variável com mais “glamour” SISTEMA de CONTAS NACIONAIS Onde fica ? ESTATÍSTICAS MACROECONÔMICAS Sistemas Macro Pesquisas

  8. Slide 8: 1a Fase

    1a Fase • Quesnay - Walras - Keynes - Leontief • Origens: relatório “Definição e medição do Rendimento Nacional e Totais Relacionados”, publicado em 1947 pelo Subcomitê de Estatísticas do Rendimento Nacional da Sociedade das Nações, sob orientação de Richard Stone . • Richard Stone, apoiado pela Sec

  9. Slide 9: 2a Fase - ampliação dos signatários

    2a Fase - ampliação dos signatários •Em 1982, foi instituído, pelas Nações Unidas, o Inter- Secretariat Working Group on National Accounts (ISWGNA) constituído de representantes de cinco organizações internacionais além de especialistas internacionais de vários países: o “System of National Accounts

  10. Slide 10: Curiosidades quase inúteis

    Curiosidades quase inúteis •O SNA 53 foi elaborado por uma equipe de 5 pessoas. • O SNA 68 já envolveu 15 pessoas. •Por fim, o SNA 93 já foi elaborado por uma equipe de mais de 50 pessoas e a participação de diversas organizações internacionais. •A Revisão do SNA 93: Núcleo ISWGNA + AEG mais discuss

  11. Slide 11: Arcabouços Teóricos

    Arcabouços Teóricos Mensuração da Economia - Manuais - Normatização - Comparabilidade - Qualidade

  12. Slide 12: Organização Internacional

    Organização Internacional ISIIC Rev. 04 Balanço de Pagamentos IBGE Contas Banco Central Nacionais Receita SNA 2008 Estatísticas Monetárias e Fiscais STN Finanças Públicas Índices IBGE

  13. Slide 13: Referências

    Referências •Contas Nacionais (SCN) => SNA 1993 - 2008 •Balanço de Pagamentos •Finanças Públicas (Governo) •Estatísticas Monetárias e Financeiras •Índices de Comércio Exterior •Índices de Preço ao produtor Manual de Economia Não Observada. Measuring Capital Volume and price manual. Etc. etc. etc.

  14. Slide 14: Referências

    Referências Manual de índices de X e M  Handbook on deriving Capital Measures of Intellectual Property Products Volume and price manual. Measuring capital Handbook on deriving capital measures of intellectual property products Etc. etc. etc.

  15. Slide 15: A qualidade e o processo de elaboração nos SCN

    Diretoria de Pesquisas CONAC A QUALIDADE E O PROCESSO DE ELABORAÇÃO NOS SCN

  16. Slide 16: SS/IBGE

    SS/IBGE SeOODNY UuraTscored@ BtA® COO Y IE

  17. Slide 17: SS/IBGE

    SS/IBGE

  18. Slide 18: Processo de trabalho dos SCN

    SS/IBGE PROCESSO DE TRABALHO DOS SCN

  19. Slide 19: Uma pesquisa clássica

    Uma pesquisa clássica Universo - População (Brasil) Amostra Estimativa + erro amostral

  20. Slide 20: Processo de um SCN

    PROCESSO DE UM SCN IBGE MODELOS E REGISTROS OUTRAS ESTATÍSTICAS ADMINISTRATIVOS TÉCNICAS BÁSICAS BASE DE DADOS SCN AJUSTES..... SCN

  21. Slide 21: Sistema de Contas Nacionais

    SISTEMA DE CONTAS NACIONAIS AJUSTES..... • VALIDAÇÃO DE DADOS •AJUSTE CONCEITUAIS •MACROECONÔNICOS •CONTAS NACIONAIS •AJUSTES DE ÂMBITO •EQUILÍBRIO

  22. Slide 22: Qual a qualidade de nosso trabalho?

    Qual a qualidade de nosso trabalho? Quais critérios foram usados para sua conclusão?

  23. Slide 23: Força Tarefa EUROSTAT

    Força Tarefa EUROSTAT => Há como estimar covariâncias, intervalos de confiança etc. para um SCN? => A aplicação de um método de ajuste (SCM, p.ex.) é equivalente a equilibrar recursos e usos Conclusão: NÃO.

  24. Slide 24: Estrutura básica proposta: dimensões de qualidade

    Estrutura básica proposta: 6 dimensões de qualidade COERÊNCIA ACESSIBILIDADE COMPARABILIDADE E CLAREZA RELEVÂNCIA PRECISÃO TEMPESTIVIDADE E PONTUALIDADE

  25. Slide 25: Dilemas: Precisão e tempestividade

    DILEMAS PRECISÃO E TEMPESTIVIDADE.........

  26. Slide 26: Sistema de Contas Nacionais SNA 93/08

    Sistema de Contas Nacionais SNA 93/08

  27. Slide 27: Abrangência (?) das Contas Nacionais

    Abrangência (?) das Contas Nacionais -Quanto à forma institucional: empresas, trabalhadores autônomos, governo e instituições privadas sem fins lucrativos. -Quanto à forma de distribuição da produção: mercantil e não mercantil. -Quanto ao cumprimento de formalidades legais: formal e informal.

  28. Slide 28: Economia

    Economia: observada não observada subterrânea => subdeclarada não registrada não atualizada não resposta informal => não registrada subdeclarada ilegal => não registrada

  29. Slide 29: Fluxo circular de renda ampliado

    SS/IBGE FLUXO CIRCULAR DE RENDA AMPLIADO Mercado de _ bens de Mercado de investimento . . B = bens finais Finals £o 7 23s e servicos Receita de B55 venda ges de bens finais ess gS wo LJuros y EMPRESAS i<—__ Mercado [ popanca | Familias Financeiro A Forca de trabalho Mercado Trabalho de

  30. Slide 30: Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB

    Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB PRODUÇÃO PIB RENDA POUPANÇA CAPITAL PATRIMÔNIO PATRIMÔNIO ativos não financeiros OUTROS DE DE ABERTURA FLUXOS FECHAMENTO CAPACIDADE/NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO ECONÔMICOS FINANCEIRA ativos financeiros

  31. Slide 31: Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB

    Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB PRODUÇÃO Contas Satélite PIB Contabilidade Social RENDA POUPANÇA CAPITAL PATRIMÔNIO PATRIMÔNIO ativos não financeiros OUTROS DE DE ABERTURA FLUXOS FECHAMENTO CAPACIDADE/NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO ECONÔMICOS FINANCEIRA ativos financeiros

  32. Slide 32: Um pouco de realidade!

    SS/IBGE UM POUCO DE REALIDADE!

  33. Slide 33: “Olhar” a economia I

    “Olhar” a economia I Unidades de Investigação: EMPRESA Atividade Econômica UNIDADE LOCAL ESTABELECIMENTO PRODUTO (bens e serviços)

  34. Slide 34: Atividades econômicas x produtos

    Atividades econômicas x produtos (bens e serviços) EMPRESA ESTABELECIMENTO UNIDADE LOCAL

  35. Slide 35: Atividades econômicas x produtos: Petrobras

    Atividades econômicas x produtos (bens e serviços) EMPRESA: Petrobras Extração Petróleo Gás Refino Petroquímica Gasolina, Diesel etc.

  36. Slide 36: “Olhar” a economia II

    “Olhar” a economia II Quantidade receita produção Preço ?de que??? consumo Valor investimento

  37. Slide 37: SCN (taxonomia)

    SCN (taxonomia) •ATIVIDADES ECONÔMICAS (UNIDADE LOCAL/ESTABELECIMENTO) •PRODUTOS (bens e serviços) •SETORES INSTITUCIONAIS (EMPRESAS) •OPERAÇÕES

  38. Slide 38: Atividades econômicas

    Atividades econômicas International Standard Industry Classification Rev. 3=> Rev. 4 CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas PRODLIST - Lista de Produtos Produtos: PRODLIST

  39. Slide 39: Setores Institucionais

    Setores Institucionais •empresas não-financeiras •empresas financeiras •administrações públicas •famílias (consumidoras e produtoras) •instituições sem fins de lucro a serviço das famílias

  40. Slide 40: Quantidade - Volume - Preço

    SS/IBGE Quantidade - Volume - Prego

  41. Slide 41: SCN: preços correntes e constantes

    SCN A apresentação de um SCN é feita a preços correntes e constantes do ano anterior. V_CORR V_CTE V_CORR p0 x q0 p0 x q1 p1 x q1 Índice de Índice de volume ou preço ou variação em variação de volume preço

  42. Slide 42: Valoração

    Valoração Volta preços básicos preços de produtor preços de consumidor P_básicos + Imp_produto =P_produtor P_produtor + Margens + IVA = P_consumidor

  43. Slide 43: Valoração

    Valoração 2 produção - preços básicos consumo - preços de consumidor importações - CIF exportações - FOB volta

  44. Slide 44: Oferta = Demanda

    SS/IBGE OFERTAS DEMANDA

  45. Slide 45: Sistema de Contas Nacionais: Estrutura

    Sistema de Contas Nacionais Estrutura

  46. Slide 46: Relações entre produtos e atividades econômicas

    Relações entre produtos e atividades econômicas => Tabelas de Recursos e Usos Relações entre setores institucionais (empresas, governo, famílias, resto do mundo) => Conta Econômica Integrada Expansãos do núcleo central: contas satélies

  47. Slide 47: Sistema de Contas Nacionais

    Sistema de Contas Nacionais Tabelas de Recursos e Usos Atividades econômicas Produtos (bens e serviços) Conta Econômica Integrada Setores Institucionais

  48. Slide 48: Equação_01

    Equação_01 VBP + M = CI + DF VBP = valor bruto da produção M = importações CI = consumo intermediário DF = demanda final (famílias, governo, formação bruta de capital fixo, exportação, variação de estoques) Unidade de mensuração: produto (bens e serviços)

  49. Slide 49: Equação_01

    Equação_01 VBP + M = CIpb + DFpb VBP = valor bruto da produção M = importações CI = consumo intermediário DF = demanda final (famílias, governo, formação bruta de capital fixo, exportação, variação de estoques) Unidade de mensuração: produto (bens e serviços)

  50. Slide 50: Equação_01: PIB = C+G+FBCF+VE+X-M

    Equação_01 PIB = C+G+FBCF+VE+X-M

  51. Slide 51: Conta de Bens e Serviços

    CONTA DE BENS E SERVIÇOS RECURSOS USOS VALOR BRUTO CONSUMO PRODUÇÃOpb INTERMEDIÁRIO IMPOSTOS LÍQUIDOS SOBRE PRODUTOS CONSUMO FAMÍLIAS IMPORTAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS GOVERNO IPSFLSF FORMAÇÃO DE CAPITAL FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES COMPRA - VENDA DE "VALORES" EXPORTÇÃO DE BENS E

  52. Slide 52: Equação_02

    Equação_02 VAB = VBP - CI VAB = valor adicionado bruto VBPj = valor bruto da produção da atividade j CIj - consumo intermediário da atividade j Unidade de mensuração: atividades econômicas (empresas ou unidades locais) De onde vem o dado do VBP e do CI?

  53. Slide 53: PIB

    PIB PRODUÇÃO DESPESA VALOR BRUTO PRODUÇÃOpb CONSUMO FAMÍLIAS menos GOVERNO CONSUMO INTERMEDIÁRIO pc IPSFLSF igual FORMAÇÃO DE CAPITAL VALOR ADICIONADO BRUTO A PREÇOS FORMAÇÃO BRUTA DE BÁSICOS CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES COMPRA - VENDA DE "VALORES" EXPORTÇÃO DE BENS E SERVIÇOS menos IMPORTAÇÃO

  54. Slide 54: Equação_03

    Equação_03 VAB = R + EOB + IA R = remunerações EOB = excedente operacional bruto IA = impostos sobre atividade Unidade de mensuração: atividades econômicas (empresas ou unidades locais)

  55. Slide 55: Valoração

    Valoração 01 PIB é a preços de consumidor e se refere ao total da economia. Não se adota a terminologia PIB para atividades econômicas. Ex: PIB da indústria Não se adota mais a notação PNB - Produto Nacional Bruto

  56. Slide 56: Tabela de Recursos e Usos (as três óticas)

    Tabela de Recursos e Usos (as três óticas)

  57. Slide 57: Tabela de Recursos e Usos (TRU)

    Tabela de Recursos e Usos (TRU) atividades I - Tabela de recursos de bens e serviços Oferta Produção Importação produtos A = A1 + A2 II - Tabela de usos de bens e serviços Consumo Demanda Oferta intermediário final A = B1 + B2 Componentes do valor adicionado C

  58. Slide 58: A1 - Produção

    A1- Produção Atividades Agrop. Ext._Min. Transf. SIUPs CC Serv. TOTAL Produtos A1 A2 A3 A4 A5 A6 (q) P1 Agropecuária 77 0 0 0 0 1 78 P2 Extrativa Mineral 0 10 1 0 0 0 11 P3 Transformação I 0 0 148 0 0 0 148 P4 Transformação II 0 0 112 0 0 14 126 P5 Transformação III 6 0 132 0 0 2 140 P6 Utilidade Pú

  59. Slide 59: A2 - Importação

    A2 - Importação OPERAÇÕES SEM EMISSÃO BENS E Produtos DE CÂMBIO SERVIÇOS P1 Agropecuária 0 2.289 P2 Extrativa Mineral 0 3.662 P3 Transformação I 0 24.566 P4 Transformação II 0 12.812 P5 Transformação III 0 8.428 P6 Utilidade Pública 0 922 P7 Construção 0 0 P8 Serviços 0 8.634 Operação s/ emissão de

  60. Slide 60: Oferta total a preço de consumidor

    A OFERTA TOTAL OFERTA TOTAL A PREÇO DE MARGEM MARGEM IMPOSTOS A PREÇO Produtos CONSUMIDOR COMÉRCIO TRANSPORTE TOTAL BÁSICO P1 Agropecuária 90 8 2 2 81 P2 Extrativa Mineral 16 0 2 1 15 P3 Transformação I 193 17 3 23 173 P4 Transformação II 153 12 2 12 139 P5 Transformação III 174 23 3 24 148 P6 Utili

  61. Slide 61: Tabela de Recursos e Usos (TRU)

    Tabela de Recursos e Usos (TRU) atividades I - Tabela de recursos de bens e serviços Oferta Produção Importação produtos A = A1 + A2 II - Tabela de usos de bens e serviços Consumo Demanda Oferta intermediário final A = B1 + B2 Componentes do valor adicionado C

  62. Slide 62: B1 - consumo intermediário

    B1 - consumo intermediário nacional + importado Atividades Agrop. Ext._Min. Transf. SIUPs CC Serv. TOTAL Produtos A1 A2 A3 A4 A5 A6 P1 Agropecuária 14 0 41 0 0 3 59 P2 Extrativa Mineral 0 1 12 0 0 0 14 P3 Transformação I 0 1 74 1 24 12 113 P4 Transformação II 10 1 59 0 6 36 112 P5 Transformação III

  63. Slide 63: B2 - demanda final

    B2 - demanda final Produtos X s/ X G C FBKF VE D_FINAL DEMANDA P1 Agropecuária 0 1 0 26 3 4 34 93 P2 Extrativa Mineral 0 3 0 0 0 0 3 17 P3 Transformação I 0 16 0 43 42 2 102 216 P4 Transformação II 0 8 0 40 2 3 53 164 P5 Transformação III 0 16 0 108 2 3 128 198 P6 Utilidade Pública 0 0 0 11 0 0 11 3

  64. Slide 64: C - componentes do valor adicionado

    C - componentes do valor adicionado Agrop. Serv. TOTAL A1 A6 VALOR ADICIONADO BRUTO A PREÇO BÁSICO 51 . 311 572 REMUNERAÇÕES 7 . 185 247 SALÁRIOS 6 . 139 191 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS EFETIVAS 1 . 20 30 PREVIDÊNCIA OFICIAL / FGTS 1 . 19 27 PREVIDÊNCIA PRIVADA 0 . 2 3 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS IMPUTADAS 0 .

  65. Slide 65: Conta Econômica Integrada - CEI

    Conta Econômica Integrada - CEI Setores Institucionais

  66. Slide 66: Renda nacional bruta e agregados

    Renda nacional bruta (RNB) = PIB + remuneração líquida recebida do exterior + rendas de propriedade líquidas, recebidas do exterior. Renda nacional disponível bruta (RNDB) = RNB + outras transferências correntes (líquidas, recebidas do exterior) Renda nacional disponível bruta (RNDB) = consumo final

  67. Slide 67: Contas Econômicas Integradas

    CONTAS ECONÔMICAS INTEGRADAS 1. Contas correntes Conta de produção Conta de renda geração da renda alocação da renda primária distribuição secundária da renda uso da renda disponível bruta disponível bruta ajustada 2. Contas de acumulação Conta de capital Conta financeira 3. Contas de patrimônio Con

  68. Slide 68: Contas correntes

    CONTAS CORRENTES USOS RECURSOS PRODUÇÃO CONSUMO VALOR BRUTO INTERMEDIÁRIO PRODUÇÃOpb IMPOSTOS LÍQUIDOS SOBRE PRODUTOS VALOR ADICIONADO/PIB

  69. Slide 69: Geração

    GERAÇÃO VALOR ADICIONADO/PIB REMUNERAÇÕES IMPOSTOS S/ PRODUÇÃO EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO

  70. Slide 70: Alocação primária

    ALOCAÇÃO PRIMÁRIA EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO REMUNERAÇÕES IMPOSTOS S/ PRODUÇÃO RENDAS DE RENDAS DE PROPRIEDADE PROPRIEDADE RENDA NACIONAL BRUTA

  71. Slide 71: Distribuição secundária

    DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIA RENDA NACIONAL BRUTA IMPOSTOS SOBRE A IMPOSTOS SOBRE A RENDA, PROPRIEDADE RENDA, PROPRIEDADE CONTRIBUIÇÕES CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS SOCIAIS BENEFÍCIOS SOCIAIS BENEFÍCIOS SOCIAIS OUTRAS OUTRAS TRANSFERÊNCIAS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES CORRENTES RENDA NACIONAL BRUTA DISPONÍVEL USO D

  72. Slide 72: Contas capital e financeira

    CONTAS CAPITAL FINANCEIRA USOS RECURSOS CAPITAL POUPANÇA FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL FIXO CONSUMO DE CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES CAPACIDADE E NECESSIDADE DE FINACIAMENTO AQUISIÇÃO LÍQUIDA DE AQUISIÇÃO LÍQUIDA DE ATIVOS PASSIVOS FINANCEIRA MOEDA E DEPÓSITOS MOEDA E DEPÓS

  73. Slide 73: Patrimônio

    PATRIMÔNIO ATIVOS PASSIVOS BALANÇO DE ABERTURA VARIAÇÕES EM VOLUME REAVALIAÇÕES BALANÇO DE FECHAMENTO

  74. Slide 74: Algumas questões atuais

    Algumas questões atuais • Informalidade • Produção caseira • Trabalho voluntário • Instituições privadas sem fim de lucro a serviço das FAMÍLIAS • Turismo • Saúde • Cultura • P&D • O “meio ambiente”

  75. Slide 75: Referência 2000

    Referência 2000 (recuperação de um marco estrutural)

  76. Slide 76: IBGE CONAC BCB

    CONAC PIA, PAC, Est. Fiscais, PAS, PNAD Imposto de renda ...... PJ Estatísticas IBGE Financeiras, FAZENDA Conta Financeira BCB X, M SECEX

  77. Slide 77: Referência 2000

    Referência 2000 ?: ano a partir do qual foram introduzidos os aperfeiçoamentos no SCN. A atualização/aperfeiçoamento: • Novas fontes de dados • Questões metodológicas: – Conceitos – Algoritmos • Novas estruturas de referência Qualidade

  78. Slide 78: Pesquisas Anuais do IBGE

    Pesquisas Anuais do IBGE - contínuas • Indústria • Comércio • Serviços • Indústria da Construção • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio • Pesquisa Estatísticas Econômicas da Administração Pública Outras pesquisas do IBGE • Censo Agropecuário de 1995/96 • Pesquisa de Orçamentos Familiares • Pes

  79. Slide 79: Fontes Externas

    Fontes Externas • Dados da Declaração de Renda Pessoa Jurídica • Balanço das Empresas • Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF • Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL • Agência Nacional do Petróleo - ANP • Secretaria de Comércio Exterior - SECEX • Secretaria de

  80. Slide 80: Revisões e política de divulgação

    Revisões e política de divulgação

  81. Slide 81: Calendário de divulgação

    SCT (T-1) março Base de dados - abril- maio SCN Anual (T-2) - novembro Regional (T-2) - novembro PIB dos Municípios - dezembro

  82. Slide 82: Futuro

    Futuro Introdução da CNAE 2.0 Censo Agropecuário 2008 Pesquisa de Orçamentos Familiares Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares Pesquisa de Consumo Intermediário

  83. Slide 83: Leitura do relatório Stiglitz, Sen e Fitoussi

    Uma leitura do relatório da Comissão composta por Joseph E. Stiglitz, Amartya Sen e Jean-Paul Fitoussi.

  84. Slide 84: Objetivos

    Objetivos Identificar os limites do PIB como um indicador de desempenho econômico e progresso social, incluindo os problemas com a sua mensuração; considerar que informações adicionais podem ser necessárias para a produção de indicadores mais relevantes do progresso social; avaliar aviabilidade deme

  85. Slide 85: Estrutura

    Estrutura 1. Questões clássicas sobre o PIB 2. Qualidade de vida 3. Desenvolvimento sustentável e meio ambiente

  86. Slide 86: Questões clássicas do PIB

    SS/IBGE Questoes classicas do PIB

  87. Slide 87: O Produto Interno Bruto: a variável com mais glamour

    O Produto Interno Bruto: a variável com mais glamour!!!! Primeira reflexão • Informe: porquê. • Como o informe foi visto. • Como o informe pretendia ser visto. • Como o informe deve ser lido.

  88. Slide 88: Desempenho em uma economia complexa

    Desempenho em uma economia complexa • Produção => Emprego Complexidade Qualidade  Fronteira: Mercado – Não mercado – Não medida • Governo  Como medir seus serviços: atualmente baseadas no custo  Produtividade

  89. Slide 89: Recomendações

    Rec. 1 Quando avaliar bem estar material (economic well being) olhar para renda e consumo mais que para a produção. Rec. 2 Ênfase na perspectiva da família (domicílio). Rec. 3 Considerar renda e consumo junto com riqueza. Rec. 4 Dar mais relevância para a distribuição de renda, consumo e riqueza. Re

  90. Slide 90: Questões referentes ao SCN

    Questões referentes ao SCN. 1. Imputações. 2. Ênfase em outros agregados: renda disponível, bruto x líquido, medida da variação volume (renda real) 3. Aperfeiçoar a medida dos serviços, em geral. 4. Aperfeiçoar a medida dos serviços de Governo, em particular. 5. Revisitar o conceito de gastos “defen

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